Gestor técnico monitora sistemas industriais em sala de controle moderna

Ao longo dos anos, pude perceber na prática o quanto a gestão técnica de facilities industriais exige cuidado, planejamento e conhecimento específico. Mesmo empresas com boa estrutura acabam caindo em armadilhas simples, que trazem prejuízos e dores de cabeça. Compartilho aqui minha visão sobre os sete erros mais comuns nesse processo, para que você consiga evitar dificuldades e garantir a tranquilidade operacional que todo gestor busca.

Pouca atenção à manutenção preventiva

Se existe um erro recorrente na gestão de facilities industriais, certamente é a negligência da manutenção preventiva. Em várias visitas a fábricas, já presenciei equipamentos funcionando no limite até apresentarem falhas graves.

Prevenir é mais barato do que corrigir.

Manter um calendário disciplinado de inspeções, ajustes e trocas de peças programadas é fundamental para evitar interrupções inesperadas. Empresas como a Engemon Op Services estruturam planos alinhados a SLAs bem definidos, justamente para garantir continuidade operacional e redução do risco de paralisações não planejadas. Quando a manutenção corretiva vira rotina, os custos e os riscos só aumentam. E o ciclo se repete.

Falta de gestão integrada dos sistemas prediais

Outro erro que vejo com frequência é tratar cada sistema – elétrico, hidráulico, climatização – como ilhas independentes. Isso dificulta a identificação de problemas cruzados, pois muitos eventos envolvem mais de uma estrutura.

Uma gestão eficiente integra todos os sistemas, permitindo que o gestor tenha uma visão ampla e consiga tomar decisões mais rápidas. A Engemon Op Services, por exemplo, sempre investe em unificar informações de campo, centralizando chamados e monitorando indicadores, o que traz clareza e rapidez na solução de incidentes.

Sala de controle centralizada monitorando sistemas industriais.

Desvalorização da capacitação da equipe

Ainda me surpreendo quando vejo equipes técnicas recebendo pouca ou nenhuma atualização sobre novos sistemas, tecnologias ou protocolos de segurança. Na operação industrial, mudanças tecnológicas são constantes, e não investir na capacitação dos colaboradores é um erro que custa caro.

  • Tarefas mal executadas resultam em retrabalho.
  • Baixo entendimento dos sistemas pode gerar acidentes.
  • Colaboradores despreparados tendem a não seguir procedimentos, aumentando riscos.

Minha experiência mostra que empresas que apostam em treinamentos recorrentes mantêm times engajados, com menos erros, e menores taxas de incidentes operacionais.

Gestão de chamados pouco estruturada

Se existe um gargalo que já vi travar rotinas de facilities industriais, é a falta de clareza na gestão de chamados. Quando não há processos bem definidos para registro, classificação, priorização e acompanhamento das solicitações, o caos se instala.

Já presenciei situações em que ordens de serviço se perdiam, prazos se alongavam e, no fim, a operação pagava o preço do improviso. Implementar ferramentas específicas para gestão de chamados garante rastreabilidade, agilidade nas respostas e maior previsibilidade no ciclo de manutenção. Ferramentas digitais alinhadas com indicadores de desempenho são um caminho sem volta para quem deseja controle real.

Desatenção à documentação técnica

Confesso que esse é um tema negligenciado por muitos gestores. As plantas, manuais, históricos de manutenção e laudos precisam estar sempre atualizados e acessíveis. Já vi equipes perderem horas tentando localizar informações que deveriam estar à mão. Ou pior: tomarem decisões erradas por falta de dados precisos.

Informação desatualizada é receita para erro.

Empresas que organizam seu acervo técnico e o mantêm alinhado com as intervenções realizadas conseguem agir com mais precisão e economia. Sem uma boa documentação, até mesmo um eventual projeto de modernização fica comprometido.

Subestimar a importância dos indicadores

É impossível melhorar aquilo que não se mede. Em várias implantações que acompanhei, a ausência de indicadores claros de performance era um problema crônico. Sem dados confiáveis sobre tempo de resposta a chamados, disponibilidade de equipamentos ou recorrência de falhas, o gestor fica no escuro.

No Grupo Engemon, por meio da Engemon Op Services, há uma preocupação grande com este ponto: tudo é monitorado. Com isso, é possível ajustar rotas rapidamente, reduzir desperdícios e demonstrar resultados de modo transparente para a alta gestão.

Ignorar adequações e modernizações da infraestrutura

Um erro silencioso, mas perigoso, é deixar de adaptar e modernizar sistemas prediais. As exigências legais mudam com frequência, assim como a necessidade de aumentar eficiência, sustentabilidade e segurança.

Técnico realizando modernização de painel elétrico industrial.

Já auxiliei empresas que acumularam passivos por adiar investimentos neste sentido. Quando o risco se concretiza – seja por falha elétrica ou não conformidade em auditoria – o prejuízo é alto. Manter um plano periódico de modernização faz toda a diferença.

Conclusão

Em minha trajetória, percebo que os erros na gestão técnica de facilities industriais quase sempre têm origem em processos frágeis, comunicação falha e baixa valorização das pessoas e da informação. Evitar essas armadilhas é um passo natural rumo à confiabilidade e à competitividade empresarial.

Se deseja transformar a rotina de sua operação predial e industrial, recomendo conhecer de perto os serviços técnicos ofertados pela Engemon Op Services. Nossa experiência e compromisso com resultados podem ser exatamente o que seu negócio procura para assumir um novo patamar de estabilidade e segurança.

Perguntas frequentes

Quais são erros comuns na gestão de facilities?

Os erros mais recorrentes envolvem negligenciar manutenção preventiva, não integrar sistemas, deixar de capacitar a equipe técnica, não estruturar a gestão de chamados, descuidar da documentação, ignorar indicadores de desempenho e adiar modernizações. Cada um desses pontos prejudica o andamento das operações e aumenta custos e riscos.

Como evitar falhas na manutenção industrial?

Ter um plano de manutenção preventiva bem definido, seguir cronogramas, investir em treinamentos e usar indicadores para monitorar os resultados ajudam a evitar falhas e paradas não programadas. Ferramentas de gestão de chamados e documentação técnica organizada são aliados neste objetivo.

Quais riscos uma má gestão técnica traz?

Os riscos vão desde aumento das falhas e paradas inesperadas, multas e não conformidades legais, maior consumo de energia, acidentes de trabalho e perdas de ativos importantes. A má gestão impacta diretamente a segurança, a disponibilidade dos equipamentos e a imagem da empresa.

Como melhorar a eficiência dos facilities industriais?

A eficiência melhora com processos padronizados, integração entre áreas, uso de indicadores, investimento em tecnologia e, principalmente, valorizando a capacitação da equipe. Consultorias como da Engemon Op Services podem ajudar a estruturar rotinas de excelência e elevar esses resultados.

Vale a pena terceirizar a gestão de facilities?

Na maioria dos casos, terceirizar permite acesso a especialistas, metodologias testadas e redução de riscos. A Engemon Op Services, por exemplo, entrega soluções de operação e manutenção predial alinhadas com metas do cliente, garantindo mais previsibilidade, segurança e suporte na gestão dos ativos industriais.

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